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Em execução

CAIS Pachamama

Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social na política sobre Drogas

CAIS Pachamama — Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social na Política sobre Drogas

O que é

O CAIS Pachamama é uma resposta estratégica à crise de vulnerabilidade agravada pelo uso problemático de drogas e pela violência na Região Celeiro. É um espaço de acolhimento integral, redução de danos e reinserção social, que atua de forma intersetorial com o SISNAD, o SUS e o SUAS.

É o primeiro CAIS do país implantado em região de fronteira, atendendo demandas das comunidades indígenas e não indígenas do território, com problemáticas relacionadas ao uso de álcool e outras drogas e à violência associada ao narcotráfico.

Quem atendemos

Jovens indígenas, agricultores familiares, população negra, pessoas em situação de rua, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e egressos do sistema prisional — pessoas historicamente alvo de uma política de drogas seletiva e punitiva.

Nossa abordagem

Substituímos a lógica punitiva pelo cuidado comunitário. O centro conta com equipe transdisciplinar (psicologia, serviço social, advocacia popular, educação popular e redução de danos), terapias integrativas e oficinas de geração de renda sustentável — como produção agroecológica e bioconstrução.

A rede intersetorial do CAIS envolve FUNAI e SESAI, além de equipamentos públicos estaduais e municipais: CRAS, CAPS, secretarias de saúde e assistência social, Ministério Público e sistema de justiça.

Como está a execução

A parceria foi assinada em 2025 e a execução iniciou em 3 de março de 2026, organizada em três etapas:

  1. Mobilização — estruturação da equipe, do espaço físico e da rede de parceiros.
  2. Ações finalísticas — acolhimento, atendimento psicossocial, assessoria jurídica popular e oficinas de geração de renda.
  3. Sistematização — registro metodológico, avaliação participativa e disseminação da experiência.

A primeira etapa já foi executada e relatada. Entre as ações em curso está o apoio humanitário à Aldeia Tekoá Gengibre (povo Mbyá-Guarani), na Terra Indígena Guarita, em Erval Seco/RS.